Travessia Entre o lugar de onde venho e o lugar onde materno

Grupo online para mães

Um ambiente de escuta e amparo para mulheres que vivem a maternidade longe de suas referências e desejam elaborar emoções, reconstruir vínculos e criar novas formas de pertencimento.

6 encontros ao vivo
Encontros semanais
1 hora por encontro
Início em 07 de outubro

Maternar também é reconstruir um lugar para si.

Quando a maternidade também muda de lugar

Quando a maternidade acontece longe da cidade, do estado ou do país de onde viemos, outras camadas se acrescentam à experiência.

  • A distância da família.
  • A ausência da rede que antes parecia natural.
  • As diferenças nas formas de criar e cuidar.
  • As dúvidas sobre o que preservar, transformar ou deixar para trás.

Você pode estar feliz com a vida que construiu e, ainda assim, sentir saudade da vida que ficou. Pode reconhecer as oportunidades de um novo lugar e, ao mesmo tempo, sentir-se deslocada.

Essas experiências podem coexistir.

Entre o lugar de onde você veio e o lugar que está construindo, existe uma mãe tentando encontrar seu próprio lugar.

Um ambiente para pensar a maternidade entre lugares

A Travessia nasce para criar um ambiente onde essa experiência possa ser sentida, falada e elaborada.

A chegada de um filho costuma reorganizar nossa relação com a própria história. Voltamos a olhar para a infância, para a maneira como fomos cuidadas, para aquilo que queremos preservar e para aquilo que desejamos construir de outra forma.

Quando isso acontece longe das nossas referências, essas questões podem ganhar novos contornos:

  • O que mudou depois que me tornei mãe?
  • Como construir uma forma de maternar que faça sentido para mim?
  • O que da minha cultura desejo transmitir aos meus filhos?
  • Como criar vínculos quando minha rede conhecida está distante?
  • Como pertencer ao lugar onde vivo agora?

A Travessia não oferece respostas prontas.

Oferece um ambiente de escuta para que essas perguntas possam ser compartilhadas, pensadas e elaboradas na presença de outras mulheres.

Você não precisa escolher entre dois lugares.

Para quem é a Travessia

A Travessia é para mães que vivem longe de sua cidade, estado ou país e estão construindo novos vínculos e formas de pertencimento nesse contexto.

Maternidade longe das referências

Para quem se tornou mãe ou cria seus filhos em um contexto diferente daquele que conhecia.

Saudade e ambivalência

Para quem vive sentimentos como gratidão, saudade, realização e deslocamento.

História e maternidade

Para quem percebe que a maternidade trouxe à tona lembranças e questões da própria infância.

Diferentes formas de maternar

Para quem vive conflitos entre referências culturais, expectativas familiares e suas escolhas.

Rede de apoio distante

Para quem sente falta da presença de familiares, amigas e pessoas que conheciam sua história.

Desejo de compartilhar

Para quem deseja estar com mulheres que compreendam essa experiência sem explicações desde o começo.

A Travessia também é um convite para parar, olhar para dentro e reconhecer as transformações que estão acontecendo em você.

O que vamos atravessar juntas

01

Quando tudo muda de lugar

Saudade, identidade e adaptação

Um olhar para as mudanças que acontecem com a maternidade e com a experiência de viver longe das referências conhecidas.

02

A história que materna comigo

Heranças, cuidados e escolhas

Como nossa história participa da forma de cuidar e o que desejamos preservar, transformar ou construir de outra maneira.

03

Recursos para atravessar

Ambiente, sobrecarga e sustentação

O reconhecimento dos limites, necessidades emocionais e recursos que oferecem apoio em momentos de vulnerabilidade.

04

A maternidade que faz sentido para mim

Autenticidade, culpa e escolhas

A construção de uma maternidade possível e singular diante de expectativas familiares, culturais e sociais.

05

Criando vínculos longe de casa

Rede de apoio, relações e pertencimento

Os desafios de viver sem a rede conhecida e as possibilidades de construir novas relações de apoio e confiança.

06

Pertencer a mais de um lugar

Cultura, transmissão e continuidade

Como integrar origens, valores, tradições e novas experiências na construção da vida familiar.

Não é sobre aprender a ser uma mãe melhor.

É sobre poder olhar para a mãe que você está sendo.

Sem fórmulas.Sem receitas.Sem respostas corretas.

A proposta é criar um ambiente de escuta e reflexão no qual cada mulher possa entrar em contato com sua experiência, sua história e os sentidos que a maternidade e a mudança de lugar ganharam em sua vida.

Antes de precisarmos de uma resposta, muitas vezes precisamos de um ambiente onde aquilo que estamos vivendo possa ser pensado e acolhido.

Presença, escuta e cuidado em cada encontro

6 encontros

Um percurso construído ao longo de seis encontros.

Online e ao vivo

Os encontros acontecerão em tempo real.

1 hora

Um encontro semanal com duração de uma hora.

Grupo pequeno

Para garantir espaço e qualidade de escuta.

Sem gravação

A experiência acontece na presença do grupo.

Confidencialidade

Um compromisso coletivo com o que for compartilhado.

A proposta de um grupo pequeno é possibilitar que cada participante tenha espaço para falar, estar presente e também simplesmente escutar.

A ausência de gravações faz parte do cuidado com o ambiente do grupo e favorece uma experiência mais espontânea e protegida.

Um espaço que sustenta a travessia

Escuta

Um ambiente para falar sobre aquilo que nem sempre encontra espaço na rotina.

Reconhecimento

Experiências que pareciam apenas suas podem encontrar novas palavras.

Perspectiva intercultural

Um olhar para culturas, histórias e referências que atravessam cada experiência materna.

Amparo

Não para retirar as dificuldades, mas para que elas não precisem ser carregadas sozinhas.

Elaboração

Um espaço para olhar mudanças, perdas, vínculos e reconstruções com mais presença.

Como funcionará

  • Início 07 de outubro
  • Encontros Quartas-feiras
  • Formato Online e ao vivo
  • Frequência Semanal
  • Duração 1 hora por encontro
  • Total 6 encontros
  • Inscrições 1º de setembro a 4 de outubro
  • Horário 11h às 12h — horário de Brasília

Duas profissionais, uma escuta atravessada pela interculturalidade

Retrato de Valéria Gonçalves

Psicanalista e Terapeuta Intercultural

Valéria Gonçalves

Valéria desenvolve um trabalho voltado à escuta de mulheres e mães que atravessam transformações relacionadas à maternidade, à identidade, aos vínculos e à experiência de viver entre diferentes contextos.

@psicanalistavaleriagoncalves
Retrato de Sibele Volpi Schafer

Psicóloga e Terapeuta Intercultural

Sibele Volpi Schafer

Sibele acompanha mulheres e mães que vivem processos de mudança, adaptação e reconstrução de pertencimento, considerando as dimensões emocionais, relacionais e culturais dessas experiências.

@maes.entre.culturas

Como mulheres e mães, também fomos atravessadas pela experiência de estar longe de parte das nossas referências.

Reconhecemos que uma mudança de cidade, estado ou país não acontece apenas do lado de fora. Ela também pode acontecer dentro de nós.

A maternidade nos desloca.
A mudança de lugar também.

É desse encontro entre mulheres, mães, maternidade e interculturalidade que nasce a Travessia.

Antes de começar a Travessia

Se ainda houver alguma dúvida, você poderá conversar diretamente com as facilitadoras antes de se inscrever.

A Travessia é terapia em grupo?

A Travessia é um grupo de escuta e amparo com uma proposta de reflexão e elaboração de experiências relacionadas à maternidade, às mudanças de lugar, aos vínculos e ao pertencimento. Por ser conduzida por profissionais da escuta clínica, possui uma perspectiva cuidadosa e reflexiva, mas não substitui psicoterapia individual quando ela se fizer necessária.

Preciso morar fora do Brasil?

Não. A Travessia é destinada a mulheres que vivem a maternidade longe de suas referências, seja em outro país, estado ou cidade. O ponto central não é somente a distância geográfica, mas a experiência de reconstruir vínculos e pertencimento em um novo contexto.

Os encontros serão gravados?

Não. Os encontros serão ao vivo e não serão gravados, para preservar a espontaneidade, a confidencialidade e o cuidado com aquilo que será compartilhado.

Quantas mulheres participarão?

O grupo será pequeno para preservar a qualidade da escuta e possibilitar uma participação próxima. O número máximo de participantes será informado antes da abertura das inscrições.

Preciso falar em todos os encontros?

Não. Cada participante poderá respeitar o próprio ritmo. A proposta envolve presença, escuta e troca, mas não há obrigação de compartilhar algo que você ainda não esteja pronta para colocar em palavras.

O que acontece se eu perder um encontro?

Como os encontros não serão gravados, não haverá gravação para assistir posteriormente. A experiência acontecerá ao vivo, na presença das mulheres que estiverem compondo o grupo naquele encontro.

Talvez você não esteja procurando apenas mais um grupo de mães.

Talvez esteja procurando um ambiente onde possa existir como mulher, mãe, filha, imigrante, estrangeira, pertencente e, às vezes, simplesmente você.

Um lugar onde a saudade possa existir sem apagar a escolha de estar onde você está. Onde a maternidade possa ser pensada para além das cobranças. Onde novas formas de amparo e pertencimento possam ser construídas.

Esse lugar é a Travessia.

Entre o lugar de onde você veio e o lugar onde materna, existe uma travessia. Vamos atravessá-la juntas.

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